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Marca própria e têxteis técnicos são o futuro do sector
A cadeia espanhola Mango vai lançar este mês uma edição limitada que engloba peças de tendência confeccionadas em materiais mais sofisticados como sedas, caxemiras e lãs virgens.

A nova linha, que aposta também nos bordados, terá uma etiqueta especial, sendo continuamente renovada ao longo da estação.

Este é um exemplo das estratégias que os empresários têxteis são obrigados a seguir para tentar contornar a invasão dos têxteis chineses. Os empresários são aconselhados sistematicamente a acrescentar valor aos seus produtos, já que não podem competir no mesmo nível da China, em termos de quantidade. O que sobra é a diferenciação pela qualidade.

A aposta na marca própria é algo recente para muitas empresas, por isso, não é de estranhar que as exportações de produtos de marca própria não ultrapassam os 3% do total das exportações têxteis nacionais. O Centro de Estudos de Têxteis Aplicados (Cenestap) ressalvou, ao DE, que o número é indicativo, e que estas marcas são por agora, essencialmente, para consumo nacional, uma vez que estão “numa fase primária do processo”.

A salvação dos têxteis europeus, e nacionais, passa também pelos têxteis técnicos. “São uma tendência recente e as empresas nacionais que se dedicam a este segmento estão ainda em processo de reconversão”, sublinha o Cenestap. Este tipo de têxteis representa já 7% das exportações têxteis nacionais, um desempenho justificado pelo facto de, presentemente, serem as multinacionais que dominam o segmento.

Numa tentativa de ajudar a indústria têxtil europeia, a Comissão Europeia – ainda sob a batuta de Pascal Lamy – assinou um protocolo sobre as regras de origem, que permite a extensão aos países mediterrânicos do sistema pan-europeu de cumulatividade da origem. Este sistema veio permitir aos investidores abastecerem-se de peças soltas em vários países da região, transformá-las noutros e beneficiar de um tratamento comercial preferencial em toda a região pan-euro-mediterrânica. Uma evolução que permitirá aumentar os investimentos e fortalecer a integração económica regional entre os vários parceiros do Euromed. No entanto, as empresas em Portugal não têm aproveitado o potencial deste mecanismo.

 
 

 

 

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